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CPSH11: Análise Completa do Fundo Capitânia Shoppings

Se você está pensando em investir em fundos imobiliários, especialmente no setor de shoppings, é bom dar uma olhada mais de perto no CPSH11. Este fundo, gerido pela Capitânia, tem um portfólio focado em shoppings e outlets. Vamos fazer uma análise completa do Fundo Imobiliario CPSH11 (Capitânia Shoppings) para ver o que ele oferece e se vale a pena colocar seu dinheiro nele.

Pontos Principais

  • O CPSH11 é um fundo imobiliário fechado com foco em shoppings e outlets, buscando gerar renda e ganho de capital.
  • O fundo possui um portfólio diversificado de shoppings em diferentes regiões do Brasil, como Ceará, São Paulo e Rio Grande do Sul.
  • A gestão é ativa, com taxas de administração e performance definidas, e o fundo é voltado para investidores em geral.
  • A performance histórica mostra distribuição de resultados e rentabilidade, com um Dividend Yield que pode ser interessante.
  • É importante analisar os riscos e oportunidades do setor de shoppings, bem como a estratégia do fundo, antes de tomar uma decisão de investimento.

O que é o Fundo Imobiliário CPSH11?

O CPSH11, conhecido como Capitânia Shoppings Fundo de Investimento Imobiliário, é um fundo fechado com prazo indeterminado. Ele se enquadra na categoria de fundos de tijolo, focando especificamente no segmento de shoppings e varejo. A principal meta do fundo é gerar renda através da exploração comercial dos shoppings e outlets que compõem seu portfólio. Além disso, ele busca obter ganhos de capital com a compra e venda desses ativos. O fundo investe majoritariamente em imóveis já construídos, mas também tem a permissão para participar de projetos novos, conhecidos como greenfield, no setor de shoppings e outlets. Essa abordagem o posiciona como uma opção interessante para quem busca exposição a esse mercado específico dentro do universo da análise de fundos imobiliários de tijolo.

Atualmente, o CPSH11 conta com 79.699.818 cotas distribuídas entre mais de 22 mil cotistas. Seus imóveis estão localizados em estados como Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, o que demonstra uma certa diversificação geográfica. O fundo é administrado pelo BTG Pactual Serviços Financeiros S/A DTVM.

O objetivo do CPSH11 é claro: gerar renda com a exploração de shoppings e outlets, além de buscar ganhos com a negociação desses ativos. Ele investe em imóveis prontos e pode participar de novos projetos.

Alguns dados importantes sobre o fundo incluem:

  • Cotação atual: R$ 10,62 (com variação de 23,20% no último ano).
  • Dividendos pagos: Em média, R$ 0,10 por cota mensalmente, totalizando R$ 1,22 nos últimos 12 meses.
  • Dividend Yield: 11,49% nos últimos 12 meses.
  • P/VP: 0,91, indicando que o preço da cota está ligeiramente abaixo do seu valor patrimonial.
  • Patrimônio Líquido: Aproximadamente R$ 918,9 milhões.

Estratégia de Investimento do Capitânia Shoppings

Portfólio de Shoppings

O Fundo Capitânia Shoppings (CPSH11) foca em construir um portfólio robusto de shoppings centers e outlets. A ideia principal é gerar renda passiva com FIIs através da exploração comercial desses imóveis. Além disso, o fundo também busca ganhos de capital com a compra e venda desses ativos, o que significa que eles podem vender um shopping se acharem que o momento é bom para isso. A maior parte do investimento é em imóveis já prontos, mas eles não descartam a possibilidade de entrar em projetos novos, os chamados ‘greenfield’. Isso mostra uma estratégia flexível para quem quer investir em fundos de shoppings.

Diversificação Geográfica e de Segmento

O CPSH11 não concentra seus ativos em uma única região ou tipo de shopping. Atualmente, o portfólio inclui shoppings em diferentes estados, como São Paulo (Shopping Metro Tatuape, Shopping Metro Boulevard Tatuape, Shopping Iguatemi Alphaville), Rio Grande do Sul (Shopping Praia das Belas, I Fashion Outlet Novo Hamburgo), Ceará (Iguatemi Bosque Shopping) e São Paulo (Catarina Fashion Outlet). Essa diversificação geográfica ajuda a diluir riscos, já que problemas em uma região específica podem ser compensados pelo bom desempenho em outra.

A estratégia de diversificação é um ponto forte para quem busca estabilidade e quer garantir os dividendos do fundo Capitânia Shoppings, pois reduz a dependência de um único mercado.

Essa abordagem, aliada à variedade de formatos de lojas e mix de produtos dentro de cada shopping, contribui para a resiliência do fundo. A gestão ativa busca otimizar a ocupação e a rentabilidade de cada empreendimento, visando sempre maximizar os retornos para os cotistas. Assim, o CPSH11 se posiciona como uma opção interessante para quem deseja diversificar seus investimentos no setor de shoppings.

Performance Histórica do CPSH11

Vamos dar uma olhada em como o CPSH11 se saiu ao longo do tempo. É importante entender o desempenho passado para ter uma ideia do que esperar no futuro, embora, claro, retornos passados não garantam resultados futuros.

Dividendos Distribuídos

O Fundo Capitânia Shoppings tem buscado distribuir rendimentos aos seus cotistas de forma consistente. Nos últimos meses, vimos pagamentos como R$ 0,10 por cota em outubro de 2025, o que representou um Dividend Yield de 1,02% com base na cotação da época. Além disso, o fundo apresentou um desempenho positivo no ano, com a cotação subindo de R$ 8,42 para R$ 10,62. Olhando para trás, os dividendos distribuídos ao longo de 12 meses somaram R$ 1,22 por cota, o que, em relação ao valor atual da cota, representa um retorno de 11,49%. Se olharmos desde o IPO, o retorno total em dividendos chega a R$ 2,82 por cota, totalizando 26,54% em relação ao valor da cota.

PeríodoRetorno por Cota (R$)Rendimento (%)
Últimos 12m1,2211,49%
Desde o IPO2,8226,54%

Rentabilidade do Fundo

Além dos dividendos, a valorização da cota é outro ponto chave na performance de um fundo imobiliário. O CPSH11 mostrou uma valorização de 26,13% no ano até agora. Em prazos mais curtos, o fundo teve um retorno de 9,03% em um mês e 16,19% em três meses. No entanto, é interessante notar que a rentabilidade acumulada em 5 e 10 anos está em 0,00%, o que pode indicar um histórico mais recente de desempenho ou mudanças na estratégia do fundo nesses períodos mais longos. Para quem busca informações detalhadas sobre o desempenho, é possível encontrar dados completos sobre o desempenho do CPSH11 em plataformas especializadas.

“É sempre bom lembrar que a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. O mercado imobiliário e a bolsa de valores têm suas próprias dinâmicas e riscos.”

Gestão e Administração do Fundo

A gestão do CPSH11 é feita de forma ativa pela Capitânia, que busca otimizar o portfólio e gerar retornos para os cotistas. A administração fica a cargo do BTG Pactual Serviços Financeiros S/A DTVM, responsável por toda a parte operacional e burocrática do fundo. Essa divisão de tarefas visa garantir eficiência e conformidade com as regulamentações do mercado.

O fundo tem um prazo de duração indeterminado, o que indica uma visão de longo prazo por parte dos gestores. Além disso, o número de cotistas tem crescido, chegando a mais de 22 mil, e o número de cotas emitidas ultrapassa os 79 milhões. Esses números mostram um interesse crescente no fundo.

É importante notar que a taxa de administração é de 0%, o que é um ponto bastante positivo, pois significa que os custos de gestão não impactam diretamente o retorno do investidor. No entanto, é preciso ficar atento a outras taxas que possam existir e aos custos operacionais do fundo.

A estrutura de gestão ativa, combinada com um administrador experiente como o BTG Pactual, sugere um cuidado constante com os ativos e com a performance do fundo. A ausência de taxa de administração é um diferencial que merece destaque, embora a análise completa deva considerar todas as despesas envolvidas.

Alguns pontos sobre a gestão e administração que merecem atenção:

  • Gestão Ativa: A equipe da Capitânia trabalha para selecionar e gerenciar os shoppings do portfólio, buscando maximizar a rentabilidade.
  • Administração BTG Pactual: Responsável pela custódia, escrituração e demais serviços do fundo, garantindo a conformidade legal e operacional.
  • Prazo Indeterminado: Sinaliza um compromisso de longo prazo com a estratégia do fundo.
  • Crescimento de Cotistas: Um indicador de que o fundo está atraindo novos investidores, o que pode ser um sinal positivo.

Riscos e Oportunidades do CPSH11

Fachada de um shopping center moderno com céu azul.

Riscos do Setor de Shoppings

Investir em fundos de shoppings, como o CPSH11, traz consigo alguns riscos que precisam ser considerados. O varejo, em geral, é sensível a crises econômicas. Quando o dinheiro aperta, as pessoas tendem a gastar menos, e isso afeta diretamente o movimento e as vendas nos shoppings. Além disso, a concorrência é um fator importante. Novos shoppings podem surgir, e o comércio eletrônico continua crescendo, o que pode tirar clientes dos shoppings físicos. A gestão do fundo precisa estar atenta a essas mudanças e adaptar o portfólio para se manter relevante.

Outro ponto é a vacância. Se as lojas ficam vazias por muito tempo, a receita do fundo cai. Isso pode acontecer por diversos motivos, como o fechamento de grandes lojistas ou a dificuldade em atrair novos inquilinos. A localização e a qualidade dos shoppings no portfólio do CPSH11 são fatores que ajudam a mitigar esse risco, mas ele sempre existe.

A dinâmica do consumo muda constantemente. O fundo precisa se adaptar para não ficar para trás.

Oportunidades de Crescimento

Por outro lado, o CPSH11 também apresenta oportunidades interessantes. O setor de shoppings, quando bem gerido, pode ser bastante resiliente e lucrativo. A diversificação geográfica e de segmentos dentro do portfólio é um ponto forte. Isso significa que o fundo não depende de uma única região ou tipo de loja para gerar receita. Se um shopping em uma cidade enfrenta dificuldades, outros podem estar indo bem, equilibrando os resultados.

Além disso, a gestão ativa do fundo pode buscar oportunidades de aquisição de novos imóveis ou de melhoria dos shoppings existentes. A modernização dos espaços, a atração de novas marcas e a criação de experiências diferenciadas para os consumidores são estratégias que podem impulsionar o crescimento. O fundo também pode se beneficiar de uma recuperação econômica, que geralmente leva a um aumento no consumo e, consequentemente, nas vendas dos shoppings.

A capacidade de adaptação e a busca por novas fontes de receita são chave para o sucesso. O CPSH11, ao investir em shoppings de qualidade e com boa gestão, se posiciona para aproveitar esses momentos de crescimento. A liquidez do fundo também é um ponto a se observar, pois permite que o investidor compre e venda cotas com mais facilidade, caso precise.

Conclusão: Vale a pena investir no CPSH11?

Fachada de um shopping center moderno.

Chegamos ao fim da nossa análise do Fundo Capitânia Shoppings (CPSH11). Como vimos, o fundo tem um portfólio focado em shoppings, buscando diversificação geográfica e de segmentos. A performance histórica mostra uma certa volatilidade, com dividendos distribuídos mensalmente e uma rentabilidade que, embora tenha apresentado bons resultados em períodos mais curtos, precisa ser avaliada com cautela em prazos mais longos, especialmente considerando os 0,00% de retorno em 5 e 10 anos nos dados consultados.

A gestão e administração do fundo são pontos importantes a serem considerados, assim como os riscos inerentes ao setor de shoppings, que podem ser afetados por mudanças no comportamento do consumidor e pela economia em geral. Por outro lado, as oportunidades de crescimento, como a potencial aquisição de novos ativos, podem representar um atrativo.

Para decidir se o CPSH11 é um bom investimento para você, é fundamental ponderar todos esses fatores. A cotação atual, o dividend yield e a relação Preço/Valor Patrimonial (P/VP) são indicadores que podem ajudar nessa análise. Lembre-se que rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros, e uma pesquisa aprofundada, talvez até considerando a possibilidade de aquisição de novos ativos como o shopping Midway Mall, é sempre recomendada antes de tomar qualquer decisão.

Em resumo, o CPSH11 pode ser uma opção interessante para investidores que buscam exposição ao setor de shoppings e que entendem os riscos envolvidos. No entanto, é crucial fazer sua própria análise e verificar se o fundo se alinha aos seus objetivos financeiros e perfil de risco.

Considerações Finais sobre o CPSH11

Ao final desta análise, o fundo Capitânia Shoppings (CPSH11) se mostra como uma opção interessante para quem busca exposição ao setor de shoppings. Com um portfólio diversificado em diferentes regiões do Brasil e uma gestão ativa, o fundo tem buscado entregar resultados consistentes. É importante, no entanto, que o investidor acompanhe de perto o desempenho dos ativos, as taxas cobradas e as condições gerais do mercado imobiliário. Como em qualquer investimento, a decisão de aplicar no CPSH11 deve ser baseada em seus objetivos pessoais e na sua tolerância a riscos. Pesquise sempre e tome decisões informadas.

Perguntas Frequentes

O que é o CPSH11?

O CPSH11, conhecido como Capitânia Shoppings, é um fundo de investimento imobiliário. Ele funciona como um condomínio fechado e tem como objetivo principal gerar renda através da exploração de shoppings e outlets. Além disso, ele pode lucrar com a compra e venda desses imóveis.

Quais shoppings fazem parte do CPSH11?

O fundo possui shoppings em várias cidades do Brasil. Alguns exemplos são o Iguatemi Bosque Shopping em Fortaleza (CE), o Catarina Fashion Outlet em São Roque (SP), o Shopping Metrô Tatuapé e o Shopping Metrô Boulevard Tatuapé em São Paulo (SP), o Shopping Praia de Belas em Porto Alegre (RS), o Shopping Iguatemi Alphaville em Barueri (SP) e o I Fashion Outlet Novo Hamburgo (RS).

Como o CPSH11 ganha dinheiro?

O CPSH11 ganha dinheiro principalmente de duas formas: recebendo aluguéis dos shoppings e lojas que fazem parte do seu portfólio, e também lucrando com a compra e venda desses imóveis quando a oportunidade aparece.

Quem administra o CPSH11?

A administração e custódia do fundo são feitas pelo BTG Pactual Serviços Financeiros S/A DTVM. A gestão do fundo é da Capitânia Capital S/A.

Quais são os riscos de investir no CPSH11?

Como todo investimento, o CPSH11 tem riscos. O principal é o relacionado ao setor de shoppings, que pode ser afetado por mudanças nos hábitos de consumo, concorrência de outros tipos de comércio e a situação econômica do país. Se os shoppings não vão bem, a renda do fundo pode diminuir.

O CPSH11 tem apresentado bons resultados?

Nos últimos 12 meses, o CPSH11 apresentou um retorno de cerca de 11,78%, distribuindo R$ 10,63 por cota. O valor patrimonial por cota é de R$ 11,62, enquanto a cota está sendo negociada por R$ 10,62, o que indica que o fundo está sendo negociado com um pequeno desconto em relação ao seu valor patrimonial.

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